Publicado em: 02/02/2026
Um bebê de 1 ano de idade morreu após se afogar em uma piscina residencial na praia do Icaraí, no litoral do Ceará. O caso ocorreu neste fim de semana e causou comoção entre moradores da região.
Segundo informações apuradas pelo Page News, a criança foi levada às pressas ao quartel do Corpo de Bombeiros pela irmã adolescente e por um adulto da família. Apesar das tentativas de socorro, o bebê já chegou ao local sem sinais vitais.
Testemunhas relataram que a movimentação no quartel foi marcada por desespero. Os bombeiros ainda realizaram os procedimentos de emergência previstos para esse tipo de ocorrência, mas não houve resposta.
“Foi uma cena muito triste. Todo mundo ficou abalado”, contou Paulo Sérgio Andrade, 46 anos, morador do bairro que presenciou a chegada da família.
As circunstâncias exatas de como a criança teve acesso à piscina ainda estão sendo apuradas pelas autoridades.
Especialistas alertam que piscinas residenciais estão entre os locais com maior risco de afogamento infantil, especialmente quando não há cercas de proteção ou supervisão constante.
A pediatra Dra. Renata Albuquerque explica que, em crianças pequenas, acidentes acontecem em poucos segundos.
“É rápido e silencioso. Por isso a prevenção precisa ser permanente”, destaca.
Dados de entidades de saúde apontam que o afogamento está entre as principais causas de morte acidental em crianças de até 5 anos no Brasil.
Moradores do Icaraí relataram clima de consternação na área. A família é conhecida na região, o que aumentou o impacto da tragédia.
“É o tipo de notícia que deixa todo mundo em alerta. Poderia acontecer com qualquer família”, afirmou Luciana Moraes, 33 anos, dona de casa.
Bombeiros reforçam a importância de medidas simples, como:
cercar piscinas;
manter portões trancados;
nunca deixar crianças sozinhas perto da água;
supervisionar mesmo em ambientes familiares.
👶 Alerta:
Tragédias como essa reforçam que prevenção e vigilância constante salvam vidas.